Alunas que conquistam seu espaço são nossas protagonistas no Dia Internacional da Mulher

No dia 8 de março o mundo celebra o Dia Internacional da Mulher. Seres femininos que merecem reconhecimento todos os dias, mas que no dia 8 de Março, em especial, o destaque é maior às suas bandeiras que procuram se manter erguidas por mais tempo. Ao longo dos anos, principalmente no último século, foram inúmeras as conquistas do sexo feminino e inegável o espaço por elas conquistado. Percebe-se que o mundo está reconhecendo a necessidade e o valor das mulheres e isto prenuncia um horizonte mais harmonioso a todos.

O Dialog conversou com algumas estudantes de comunicação da UniNorte Laureate e elas nos contaram algumas de suas experiências como estudantes e profissionais já atuantes na área. Destas, a maioria vive em um ambiente corporativo agradável e igualitário. No entanto, algumas já passaram por situações negativas em que puderam notar a diferença no tratamento pelo fato de serem simplesmente mulheres.

Aluna Meiry Monteiro com sua equipe de trabalho recebendo homenagem pelo Dia Internacional da Mulher. Foto: Divulgação

A aluna de Jornalismo Meiry Monteiro conta que em seu atual trabalho em um programa de TV, a redação é composta 90% por mulheres, o que ela considera um grande privilégio. Mas comenta também que já foi ignorada e destratada por homens em posição hierárquica inferior. “Não é fácil para alguns homens ter um cargo submisso ao de uma mulher, é como se fosse uma afronta. Eles descontam como podem. Já passei por situações em que o colega tentou ignorar minha existência, me diminuir. Lidar com esse tipo de situação, nos dias atuais virou regra e não exceção.” Segundo Meiry, o machismo ainda é um fator existente e enquanto ele tiver forças, torna-se o principal desafio que impede a mulher de crescer profissionalmente.

Ingrid Ramos, também atuante na área de comunicação social, conta que pra sua felicidade, trabalha em uma equipe que tem sua totalidade constituída basicamente por mulheres. Sua chefia estimula e incentiva de uma maneira que elas se sentem valorizadas e dispostas a sempre fazer o melhor. Ela acrescenta que ter um chefe respeitoso e justo, inclusive na questão salarial, pode até ser considerado sorte. “Acredito que o qie acontece na empresa onde trabalho é uma exceção, mas espero um dia que todas as empresas sejam assim”, conclui Ingrid.

Mulheres também representam a maioria da Redação BandNews FM Manaus, local de estágio de Luciana Cardoso

A estagiária em rádio e também aluna da UniNorte, Luciana Cardoso, vai além. Ela destaca o ambiente harmonioso da redação em que trabalha, sem nunca ter percebido nenhuma desvalorização em relação às mulheres, mas fala da necessidade que todas as mulheres têm em continuar buscando mais espaço , igualdade de oportunidades e valorização na sociedade atual.

Neste 8 de Março, portanto, o Dialog deseja a todas as mulheres um feliz dia e, torce, para que essa consciência de igualdade e valorização se perpetue a todos os outros dias. Esperamos que chegue um dia em que esta não seja mais uma discussão tão frequente, porque será normal dizer que homens e mulheres são iguais tanto em seus deveres quanto a seus direitos. Vida longa às mulheres!

Por Laura Freitas

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